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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Nota Sobre o Professor Álvaro Orlando dos Santos, Diretor da Famec

Print Screen da troca de e-mails entre Ivo Sotn e o professor Álvaro, horas após a reunião. 

Na semana passada houve um incidente desagradável aqui em Camaçari, envolvendo admiradores do MESS e do diretor da Faculdade Metropolitana de Camaçari (Famec), professor Álvaro Orlando dos Santos. O motivo para a contenda foi  a acusação dirigida por "simpatizantes" do MESS contra a postura do professor Álvaro, que teria negado autorização para que lançássemos, nas dependências da Famec, a CAMPANHA ANTES QUE ASSASSINEM O CASAL DE DENUNCIANTES DA MÁFIA DO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA, HERLENE E IVO SOTN, lançada no dia 22 de maio deste ano. De fato, no dia 16 de maio nos reunimos, eu, Herlene e o professor Álvaro, em seu escritório, na Famec, oportunidade em que ele conversou cordialmente conosco, entusiasmado com nosso trabalho na área onco-hematológica e jurídica internacional. Seu orgulho em estar frente a frente com os responsáveis pela revolução no Ministério da Saúde do Brasil na área de transplante de medula óssea era visível, uma vez que o mesmo se trata de um intelectual ativo e entusiasta de iniciativas ousadas e exequíveis.   Insta frisar que o professor Álvaro já nos atendeu em outra oportunidade, em setembro de 2012, quando acatou nosso pedido de solicitação de liberação de espaço para a guarda de materiais utilizados no stand do documentário SOB O SOL DE AUSCHWITZ. Em nossa reunião, o professor deixou bem claro, com a seriedade que lhe é habitual, que por ele a autorização já estava concedida, mas que dependia do parecer da professora Celene Maria, dona da instituição, e do restante dos membros do corpo administrativo. Esta reunião aconteceu  numa terça-feira, dia 20 de maio, e a Faculdade decidiu não entrar numa contenda com o Governo Federal. Na tarde daquele dia 20, o próprio professor Álvaro me telefonou informando, com ar notadamente consternado, que o conselho da faculdade não havia deferido a nossa autorização. Quero fazer notar às pessoas que tentaram macular sua imagem, baseadas num pretenso sentimento de defesa para conosco, que guardamos um profundo respeito e carinho pelo professor Álvaro. No final de setembro de 2012, quando o procuramos para a autorização da liberação do espaço para guarda de materiais nossos dentro da Famec, ele se mostrou prestativo e entusiasmado com nossa luta. Quando lhe falamos acerca das limitações impostas ao Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) pela Portaria N° 844 e suas implicações criminosas, de acordo com os artigos 6 e 7 do Estatuto de Roma, estatuto sobre o qual estávamos baseando a essência de nossa PETIÇÃO DENUNCIATÓRIA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF, EM FAVOR DAS CRIANÇAS NEGRAS BRASILEIRAS PORTADORAS DE CÂNCERES HEMATOLÓGICOS, ele viu e respeitou a verdade em nossos olhos e nos aconselhou cautela em nossas acusações. Foi o primeiro intelectual brasileiro a deixar bem claro, através de sua postura diante de nossas explanações acerca dos crimes cometidos pelo ministro Alexandre Padilha, que não éramos dois ingênuos pregando no deserto. Eis a verdade dos fatos (...). Não sabemos a real dimensão do mal-entendido (...).

Ao professor Álvaro, desculpas e um forte abraço.   

sábado, 24 de maio de 2014

Petição Denunciatória ao Papa Francisco


Eu e minha esposa Herlene, em ato simbólico para o nosso pedido de asilo humanitário, no dia 22 de maio, em frente a Igreja de São Thomaz de Cantuária, em Camaçari.  


Sanctæ Romanæ Ecclesiæ Cardinalem, papam Franciscus,

Querido papa Francisco,

    É em aflição e reverência que venho, por meio desta, reforçar nosso pedido de asilo humanitário à sua santidade, o qual, ao que parece, tem sido ocultado de seu conhecimento pela má-fé de uns poucos representantes da Santa Sé aqui no Brasil, clérigos, em sua maioria. Eu e minha amada esposa Herlene, que lutamos e arriscamos as nossas vidas pelas crianças portadoras de leucemia e outras enfermidades passíveis de transplante de medula óssea de nosso próprio país, da Argentina, Itália e mais 45 nações participantes do World Marrow Donor Association, como o senhor poderá constatar, através do documento que lhe envio em anexo, temos sido mantidos nas trevas da ocultação por conta de termos contraído matrimônio em desconformidade com o Código de Direito Canônico, erro sobre o qual incorremos de forma inocente, por ignorar a Lei Canônica - eu não fui batizado na fé católica, mais minha mãe, a maioria de meus irmãos, a família de minha esposa e ela própria o foram. Minha Herlene, ao longo de muitos anos, cuidou da catequese de jovens e crianças na Paróquia de Sant'ana, aqui, em Camaçari, Bahia. Jamais contrairíamos matrimônio se houvesse conhecimento de que estaríamos incorrendo num erro, uma vez que o mesmo só ocorreu perante a Igreja por que ela assim o quis. Eu não sigo nenhuma religião, mas tenho um profundo sentimento de respeito por Jesus Cristo, com sua linda história de amor e corajem e Nossa Senhora do Carmo, de quem uso um escapulário ( Hoc tibi et tuis privilegium: in hoc moriens salvabitur). Sou aquilo que os santos de todas as religiões costumam chamar de "gentio". Nunca me importei com rótulos, as vezes eu até rio, uma vez que, como sabemos, os seres humanos pouco instruídos nos segredos da vida tendem a agir assim.

Em outras palavras, eu e minha esposa, sanctum cardinalem, estamos na iminência de sermos assassinados, sem o vosso conhecimento, porque clérigos brasileiros cometeram aquilo que a legislação canônica classifica por "Vícios de Consentimento", e agora temem que seus erros cheguem ao vosso conhecimento. Estamos sendo perseguidos, coagidos e agredidos em nosso próprio país, pelas instituições de nosso próprio governo, por denunciarmos a organização criminosa intitulada Máfia do Transplante de Medula Óssea, instalada no Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde do Brasil, responsável por instituir em nosso país um verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças negras, índias e mestiças brasileiras portadoras de leucemia, em prol do monopólio sobre o tráfico internacional de células-tronco hematopoiéticas (a medula óssea), chefiada pela maior autoridade do governo Dilma Rousseff em políticas para transplante de medula óssea, o médico e empresário do ramo de transplantes Luis Fernando Bouzas, pelo ex-ministro da saúde do Brasil, Alexandre Padilha, pelo atual ministro, Arthur Chioro, e por dezenas de altos funcionários do Ministério da Saúde brasileiro. Como prova irrefutável do perigo que corremos, segue em anexo o link com a gravação da conversa telefônica entre mim e o chefe da Máfia, doutor Luis Fernando Bouzas.

 Nossa petição, enviada a diversas instituições do Vaticano e entregue ao principal responsável pelo erro em que incorremos, bispo Dom João Carlos Petrini, bispo da diocese de Camaçari e presidente da Comissão Episcopal Pastoral Para a Vida e a Família da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), está sendo mantida longe de vossos olhos por conta de um erro cometido por um dos mais importantes representante da Santa Sé em nosso país.    

Há cerca de trinta dias, querido papa, comecei a pesquisar as razões para o Estado do Vaticano demorar tanto na resposta de um pedido desta magnitude, feito por dois membros da comunidade vaticana internacional (sabemos que todos os registros de batismos e casamentos realizados perante a Santa Igreja Católica Apostólica Romana ao redor do mundo figuram nos registros do Estado do Vaticano, o que faz de cada indivíduo que tenha recebido qualquer dos sacramentos um candidato mais apto a postular perante o Estado Vaticano) alicerçado numa gravação telefônica de cerca de uma hora e meia entre um dos denunciantes e a maior autoridade do governo Dilma Rousseff em políticas para transplante de medula óssea, o doutor Luis Fernando Bouzas, e o próprio ministro da saúde à época, Alexandre Padilha. Percebi, nas entrelinhas das conversas que tivemos com dom Petrini e a maior parte dos clérigos para quem levamos o nosso pedido, que havia um desconforto envolto em tensão e mistério. Instintivamente, comecei a pesquisar sobre as determinações do Código Canônico para o matrimônio, uma vez que nos recordamos que a possibilidade de nosso casamento não ser realizado perante a Igreja esteve em evidência durante meses, por conta de eu não ter recebido o sacramento do batismo. Como o Código Canônico nunca foi um interesse primário em minha predileção por estudo das leis e em razão da falta de tempo, entregamos ao padre Otoniel Maya, homem de conduta ilibada e representante digno de ser chamado padre em nossa comunidade, em razão de sua fé e obras, nossos dados e esperamos do bispo a resposta, que foi POSITIVA: poderíamos, sim, casar perante a Igreja, mesmo eu sendo um "gentio", o que constituiu, para a maioria da comunidade católica camaçariense conservadora uma ofensa, por parte da Santa Igreja e de minha amada esposa Herlene, que "conspurcava" sua história de obras e devoção junto à comunidade casando-se com um "gentio", o que tornou, a meus olhos, a contração do matrimônio em algo muito interessante, uma vez que adoro quebrar paradigmas arcaicos. Mesmo assim, jamais teria me casado sabendo que a ação seria nula perante a Igreja, uma vez que eu tinha profundo conhecimento do amor e respeito que minha Herlene tem por Cristo. Assim, no dia 15 de dezembro de 2012, casamos na Igreja e na esfera cível. 

Para a comprovação de nossas suspeitas, ao estudar sobre a legislação canônica vigente, descobrimos, para a nossa tristeza, que nosso casamento, rico em provas de respeito e amor mútuo e ao próximo, é nulo perante a Santa Igreja Católica Apostólica Romana e que, consequentemente, perante o Estado do Vaticano. A nulidade de nosso casamento está prevista no cânone N° 1086, que dispõe sobre a DIVERSIDADE DE CULTO. Diz o mencionado artigo:

 Cânone. 1086-Impedimento por Diversidade de Culto - torna-se inválido o matrimônio celebrado entre uma pessoa batizada na Igreja Católica e outra que não seja batizada. Não se confunda com “matrimônios mistos”em que os cônjuges são batizados, mas somente um deles é membro da Igreja Católica. No caso de diversidade de culto é necessário a dispensa do impedimento para a validade do matrimônio, e no caso de “matrimônios mistos”, é suficiente a licença para a celebração dada pelo Ordinário local.

Insta frisar, por oportuno, querido papa, que jamais receberia o sacramento do batismo em uma religião sem estar com o coração aberto para tal. Sou um homem profundamente sincero e, ao me ajoelhar diante da Igreja para receber o sacramento do matrimônio, arrepiei-me, por que ajoelhou-se comigo uma princesa de contos de fada, com coração e espírito de guerreira. Foi o momento mais lindo de minha vida.

Ao assumir este tipo de conduta, dom Petrini parece estar colocando em prática suas habilidades com a política, uma vez que o mesmo é formado em Ciências Políticas e já lecionou matérias correlatas na Universidade Católica de Salvador, Bahia. O gosto por política leva as pessoas a querer poder. Não achamos o poder conquistado através do trabalho como algo ruim e sei que dom Petrini leva uma vida de labor. O problema que entra aqui é: até onde este gosto por poder pode estar interferindo negativamente em nosso pedido de asilo humanitário? Será que o bispo nos casou apenas com a intenção de mostrar gráficos comprobatórios do crescimento da comunidade católica em sua diocese para o Vaticano? É uma pergunta que tem nos assaltado.  

No dia 31 de janeiro deste ano de 2014 eu e minha esposa Herlene nos reunimos com dom Petrini na Cúria Diocesana, entre as 16:00 e 17:00  horas. Ao longo deste tempo, expomos, com riqueza de detalhes, cada um dos pontos mais relevantes da perseguição orquestrada pelo Partido dos Trabalhadores/Governo Federal contra mim e minha esposa, com dados comprobatórios de tentativas de homicídio. O bispo chegou a ouvir, com muito interesse, cerca de 20 minutos da gravação que circula na internet sob o título: "Gravação Telefônica: Governo Dilma Rousseff Implicado na Máfia do Transplante de Medula Óssea". Após a conversa, sua conclusão soou no mínimo estranha. Ele disse: o máximo que eu posso fazer é encaminhar a petição de vocês, mas não acredito que vocês corram risco, se eles quisessem agir, já lhes teriam feito mal. Ressaltamos que estávamos impedidos de trabalhar por conta daquela perseguição e que corríamos sim grandes riscos, uma vez que nossa denúncia tinha provas documentais e circunstanciais contra a maior autoridade do governo em transplantes de medula óssea, contra o ministro da saúde e contra uma série de altos funcionários do governo. Ele completou: Estou indo a Brasília a trabalho e posso expor o material de vocês à Comissão de Bioética da CNBB, além de encaminhá-la ao Vaticano. Aceitamos e nos despedimos. No dia seguinte, entregamos a sua secretaria nossa petição e cerca de 20 páginas impressas de reportagens sobre nossa luta, além de um CD com a gravação de 1 hora, 27 minutos e 36 segundos da conversa entre mim e o doutor Luis Fernando Bouzas, chefe da Máfia do Transplante de Medula Óssea.  

Agora, diante destas circunstâncias desagradáveis, sanctum cardinalem, só nos resta tentar furar o bloqueio que nossa correspondência tem enfrentado, por conta da "censura" exercida por funcionários papais a um pedido feito por um casal imperfeito perante o Direito Canônico, formado por uma cristã e um gentio, bloqueio exercido por burocratas da administração papal e clérigos brasileiros, como o padre Paulo Ricardo ( https://padrepauloricardo.org), um dos maiores formadores de opinião no mundo católico, com mais de 440 mil seguidores no Facebook, para quem já mandamos, insistentemente, documentos que comprovam a dimensão de nossa denúncia e gravidade de nossa situação, tendo recebido como resposta apenas a mensagem que segue, após uma carta mais dura de nossa parte, como pode ser constatado através das fotografias que vos envio em anexo.

Um dos trechos de minha carta ao padre Paulo Ricardo diz:

"Não entendemos a matemática de vocês, caro padre: vocês vociferam contra o aborto e se calam contra um massacre lento e doloroso de crianças portadoras de câncer. Vocês inverteram os valores da vida diante de um povo bestializado. Não sou a favor do aborto, mas, juridicamente, o assassinato de uma criança viva é muito mais grave que a remoção de um feto: de acordo com o Código Penal Brasileiro, praticar ou participar de um aborto como cúmplice, nos termos do artigo 126, a pena é de 1 a 4 anos de prisão. Já matar ou participar como cúmplice (OMISSÃO inclusa) do assassinato de uma criança, nos termos do artigo 121, a pena é de 12 a 30 anos. Onde está a lógica, a religiosidade e a ética diante de semelhante conduta?"

Tenho profundo conhecimento que a maioria dos membros da Igreja Católica não comungam destas atitudes e nos apoiaria em nossa luta, querido Francisco, se estes senhores supracitados resolvessem fazer aquilo que mandam as leis dos homens e as leis de Deus: denunciar ações atentatórias à VIDA. Tudo o que nos resta é esperar que os bons anjos de Deus façam chegar esta carta em suas mãos, uma vez que os perigos que corremos só têm aumentado, na medida que alastramos a nossa denúncia. No dia 17 de fevereiro de 2014 conseguimos registrar nossa denúncia no Tribunal Penal Internacional, na Holanda, por meio do Protocolo Tribunal Penal Internacional - MESS: OTP-CR-55/14. Também conseguimos o registro da mesma na Corte Internacional de Justiça. É uma anormalidade gritante, sanctum cardinalem, o fato de termos conseguido mover as engrenagens jurídicas das duas maiores instâncias da justiça internacional e não termos conseguido protocolar a nossa denúncia em nosso próprio país nem ter recebido uma resposta, ainda que negativa, do Estado do Vaticano ao nosso pedido de asilo humanitário.

        Estamos disposto a fazer ruir mais esta barreira, santo cardeal. O Tribunal Penal Internacional, de acordo com o disposto no artigo 50 do Estatuto de Roma, só aceita denúncias em um dos idiomas oficiais do Tribunal, que são o árabe, o chinês, o espanhol, o francês, o inglês e o russo. Ao longo de nossa luta, enviamos milhares de caracteres em língua portuguesa, uma vez que nossa denúncia, por estar presa nas complexidades do Direito Penal Internacional e Imunogenética, é de dificílima compreensão. Não falamos nenhuma das línguas oficiais do Tribunal e, por esta razão, não poderíamos enviar esta denúncia através de uma tradução que não fosse perfeita. Como nunca tivemos dinheiro disponível para pagar um bom tradutor, resolvemos fazer com que o Tribunal aceitasse o português de forma excepcional. Todos da Unidade de Informação e Evidência do Gabinete do Procurador já estavam cansados de nos enviar cartas explicando que o português não figurava entre as línguas oficiais para a denúncia e nós, simplesmente, ignorávamos este detalhe e enviávamos mais material. Acabamos vencendo-os pelo cansaço: no dia 17 de fevereiro de 2014 recebemos a carta assinada pelo chefe da Unidade, Mark P. Dillon, confirmando que nossa denúncia passava a figurar nos registros daquela instituição. Foi a primeira vez que uma "instituição" brasileira conseguiu algo daquela magnitude.  

   Vamos continuar, sanctum cardinalem. Enquanto vida tivermos, lutaremos. Apesar de meu casamento estar anulado perante a Santa Igreja, sei que não o está aos olhos de Deus. Eu e minha esposa levantamos nossas vozes para frear um Genocídio, uma matança de inocentes mais extensa e cruel que a promovida pelo rei Herodes, quando quis destruir aquele que seria o Cordeiro de Deus. Temos conhecimento pleno de que esta matança, apesar de ter diminuído, por conta de nossa denúncia à comunidade internacional, não terminou nem vai terminar tão cedo. Continuaremos gritando. Já perdemos a maioria de nossos amigos e familiares, por não entenderem que calar-nos diante de uma matança como está, mesmo com todos os riscos, constituiria uma morte maior para mim e minha amada esposa. Contamos a sorte de termos ao nosso lado as energias positivas dos amigos e familiares verdadeiros, que sempre permanecem quando a tempestade aponta no horizonte. Tenho a sorte de ter ao meu lado a minha guerreira. Estamos sendo atacados por membros da comunidade católica em nossa cidade e Estado, por conta de estarmos insistindo com nosso pedido de asilo humanitário perante o Estado do Vaticano mesmo após termo descobertos que a insistência geraria uma crise na Igreja, por conta da conduta de dom Petrini. Continuaremos insistindo, baseados no que disse o próprio Cristo a respeito da defesa das crianças:

 " Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque de tais é o reino de Deus".

    Se o próprio Jesus Cristo disse que o reino de Deus pertence às crianças, não consigo acreditar que a proteção da conduta de quaisquer dos servos de Deus esteja acima da proteção de tantas vidas infantis, uma vez que as maiores vítimas da leucemia constituem crianças da faixa etária entre 2 e 5 anos de idade, correspondendo, de acordo com dados da World Health Organization, a 35% dos cânceres infantis. Se, para proteger estas vidas indefesas, santo cardeal, tivermos que comprar uma briga com a comunidade católica brasileira, compraremos, uma vez que sabemos que se calar diante de uma massacre de inocentes não figura entre os cânones da Santa Igreja Romana nem nos cânones de nenhuma Igreja no mundo.

Reforço mais uma vez um sentimento que me acomete neste momento: que os anjos de Deus possam levar e entregar esta petição em suas mãos.

Sincera e atenciosamente, 

Ivo Sotn - MESS (Movimento Evelyn Sousa da Silva).

P.S.: link da gravação telefônica: https://www.youtube.com/watch?v=6EqQu6F-mp8


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data:
 24 de maio de 2014 18:58
assunto:
 Petição Denunciatória ao Papa Francisco
enviado
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Breve Carta a Felipe Moura Brasil, jornalista da Revista Veja e Assistente da Tenda de Pai Olavo de Carvalho



Fonte: https://www.facebook.com/felipe.m.brasil/posts/10152295129001874?comment_id=33097269&offset=0&total_comments=29&ref=notif&notif_t=share_reply


Caro Felipe,

Desculpa a sinceridade, mas gostaria de lhe falar com franqueza, uma vez que estamos na iminência de sermos assassinado para não manchar com a nossa denúncia a imagem do partido que você, a Rachel Sheherazade e o Reinaldo Azevedo dizem combater, apesar do envio de uma denúncia tão séria como esta contra membros deste governo corrupto, alicerçada numa gravação de quase uma hora e meia, através da qual a maior autoridade do governo Dilma Rousseff em políticas para transplante de medula óssea tenta nos comprar. Você, a Rachel e o Reinaldo nos traíram. Não dispomos mais de computador para escrever-te uma carta formosa, uma vez que os hakers do partido foderam nosso bom e velho notebook e não temos mais como trabalhar para consertá-lo ou comprar outro, por conta da perseguição do PT/Governo Federal.

" Por isso, resolvemos te mandar este texto inconcluso, que segue: Eis aí uma das razões de nossa denúncia contra este Genocídio estar escondida do conhecimento da sociedade brasileira, mesmo com todas as vitórias do MESS contra a instituição e manutenção de um verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças carentes brasileiras negras, índias e mestiças portadoras de leucemia: não temos neste país um único veículo de comunicação que não coma em Brasília. O menino das fotos abaixo é o Felipe Moura Brasil, jornalista da revista Veja e assistente na tenda de astrologia de pai Olavo de Carvalho, além de animador da torcida dos intelectuais que seguem um delegado aposentado que é filho de delegado, irmão de delegado, que "nasceu" os dentes nos corredores de delegacias e os está perdendo em contato constante com delegados: Romeu Tuma Júnior, o delegado petista que escreve livros anti-petistas carentes de provas para manter os tolos em fantasias e distraídos para as coisas realmente importantes. Uma das bombas do Tuma, que levou o Felipe a um orgasmo intelectual no sofá, enquanto assistia ao programa Roda Viva: "O Lula era informante do DOPS!. Pode procurar lá nos arquivos por um tal Barba!!!" Ele diz saber ensinar o mínimo que vocês precisam saber para não ser um idiota, através da filosofia de pai Olavo, cuja capacidade de filosofar é inegável. O Felipe sabe ensinar o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, mas não sabe o que ele mesmo precisa saber: INDEPENDENTEMENTE de você ser jornalista, Felipe, a LEI te OBRIGA a denunciar ações atentatórias à VIDA. Os dois elementos que constituem a CAUSALIDADE de um CRIME se chamam: ação e OMISSÃO. Ao se manifestar a respeito de que "fico atrás de você para dar vazão à minha denúncia", você se tornou, JURIDICAMENTE, partícipe de um crime. Diz nosso Código Penal a respeito de sua vergonhosa conduta:

Artigo 13. O resultado, de que depende a existência do crime, somente é imputável a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ação ou OMISSÃO sem a qual o resultado não teria ocorrido.

   Esperávamos tudo de você, Felipe, menos uma resposta tão estúpida. Eu só estava sendo educado com você, quando pedi por favor. Se não morrermos, vítimas dos assassinos que ajudam a pagar o salário do Felipe, para ele brincar de jornalista e amputar a sua EXTRAORDINÁRIA capacidade para digerir as complexidades sociais e regurgitar textos dignos dos grandes filósofos, escrevendo sobre coisas secundárias e até terciárias, através da repressão e castração de sua alma criadora, escreveremos um livro intitulado:
O MÍNIMO QUE VOCÊ PRECISAR SABER PARA NÃO SER UM IDIOTA CASTRADO com 615 páginas em branco e apenas uma com a seguinte escritura:

"NÃO DÊ CRÉDITO AO QUE FALA O FELIPE MOURA BRASIL."

Sincera e atenciosamente,

Ivo Sotn - MESS.

P.S.: Nunca é tarde lhe enviar pela enésima vez o link contendo a gravação da longa conversa contra o governo e a Máfia do Transplante de Medula Óssea:
https://www.youtube.com/watch?v=6EqQu6F-mp8

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O incentivo pela doação de medula óssea será tema de documentário em Camaçari



Acesso: 14/05/2014   Fonte:https://camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=186515









 
ARTE E CULTURA
Segunda-feira, 01 de Outubro de 2012

O incentivo pela doação de medula óssea será tema de documentário produzido em Camaçari

Maryane Meira/CN1

Doação de medula óssea e a violação de diretos humanos no Brasil serão questões tratadas em um vídeo documentário que será produzido pelo jovem escritor Ivonilson Santos Souza em Camaçari. O objetivo do documentário é incentivar a doação e o transplante de medula óssea além de contribuir para implantação do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e Brasilcord na cidade.
Segundo Ivonilson, sua trajetória de luta para salvar sua sobrinha de um câncer, bem como, seu sonho interrompido de estudar na Alemanha será um dos pontos abordado no vídeo que terá em média 90 minutos de duração. “O documentário será montado através das entrevistas realizado com juristas, psicólogo, e o meu depoimento sobre toda a minha história de luta e resistência”, ressalta.
De acordo com o jovem, o filme que tem como tema ‘Sob o Sol de Auschwitz’ é o primeiro documentário sobre doação de medula óssea produzido no Brasil. “O filme leva esse título por está associado a episódio de tortura que sofri após realizar seqüestro e chamar a atenção do Estado por um tratamento especializado em um hospital em  São Paulo para minha sobrinha”, frisa Ivanilson.
A previsão para o lançamento do filme é em janeiro de 2013. Interessados em contribuir com a produção independente, entrar em contato através do e-mail: ivosotn@bol.com.br ou dos telefones: (71) 8274-6741 ou 9142-9349.
Para maiores informações acesse:http://www.sobosoldeauschwitz.blogspot.com.br

sábado, 12 de abril de 2014

Conversa com Promotora Comprova Corrupção do Delegado de Camaçari

QUANDO A CORRUPÇÃO TOMA TODAS AS INSTITUIÇÕES, É PRECISO CRIATIVIDADE PARA BURLAR O CERCO DOS CORRUPTOS.

*A GRAVAÇÃO COMEÇA A PARTIR DE 1 MINUTO E 15 SEGUNDOS.

ESTA É PARA VOCÊS QUE ACREDITAVAM QUE SERÍAMOS PRESOS POR CALUNIA POR DENUNCIAR A CONDUTA DO DELEGADO SEM PROVAS. NOSSO TRABALHO TEM A DIMENSÃO QUE TEM POR NOS PAUTARMOS SEMPRE NA EXEQUIBILIDADE DA ACUSAÇÃO PERANTE A MATERIALIDADE DOS FATOS. MESMO QUANDO COMETEMOS O EQUÍVOCO DE ACUSAR SEM PROVAS (O ÚNICO EM TODA A NOSSA HISTÓRIA) PENSAMOS, CORRIGIMOS O ERRO E, APÓS MUITO TRABALHO, RECONSTRUIMOS A ACUSAÇÃO, SOB A INFALIBILIDADE DOS FATOS.

https://www.youtube.com/watch?v=qZqIoSCMC70

No dia 10 de outubro de 2013, dois dias após termos recebido o telefonema do Doutor Luis Fernando Bouzas, maior autoridade do Governo Dilma Rousseff para políticas de transplante de medula óssea e chefe da Máfia do Transplante de Medula Óssea, sofremos uma perseguição implacável de indivíduos manipulados pelo PT/Governo Federal para impedir que publicássemos o conteúdo da gravação na internet, de alguma lan house, uma vez que nosso sinal de internet havia sido criminosamente bloqueado. Desesperados, eu e Herlene partimos para denunciar ao doutor Bruno Ferreira de Oliveira, delegado titular na 18 Circunscrição Policial a coação covarde que estávamos sofrendo na área sob sua jurisdição.

Após ouvir uma breve discrição dos fatos e cerca de 5 minutos da gravação telefônica da conversa entre mim e o doutor Bouzas, o delegado se levantou, numa atitude a que tentou imprimir gravidade, mas que evidenciou, na verdade, sua inaptidão teatral, e nos pediu para sair de sua sala, pois aquele crime era da competência da Polícia Federal. Com uma visão lúcida dos fatos, evidenciei que tínhamos conhecimento de que aquele crime era um crime federal, mas que a coação a que estávamos submetidos era uma coação no âmbito municipal, por isso passível de investigação e combate por parte de sua delegacia. O delegado insistiu que saíssemos. Solicitei a ele uma viatura para, pelo menos, nos levar com segurança ao Departamento da Polícia Federal, em Salvador, uma vez que lhe comunicamos que a perseguição de indivíduos suspeitos havia se estendido até as imediações de sua delegacia. Ele disse que não tinha carro disponível e nos pediu para sair, asperamente.

Na oportunidade, não gravei esta conversação com o delegado porque jamais imaginaríamos uma atitude daquela. Na verdade, pensamos que o delegado, ao se ver diante da possibilidade de tomar a frente (mesmo no âmbito municipal) de uma investigação que seria o "cavalo branco" que arrastaria sua reputação ao âmbito nacional e internacional, agarraria com as duas mãos esta denúncia. Esquecemos das vantagens que o abafamento de um caso desses, envolvendo agentes do Governo Federal e do PT, podem reder... O delegado Bruno Ferreira de Oliveira, preferiu a prevaricação (no melhor dos eufemismos), em nome dos benefícios que poderiam advir aos seus esforços em não macular a imagem do PT/Governo Federal à sua reputação e vaidade profissional (vide o look que o indivíduo em questão escolheu para se apresentar ao prefeito em sua primeira reunião oficial, no link: http://www.camacari.ba.gov.br/detalhe_noticia.php?cod_noticia=15251 Óculos escuros num ambiente fechado dizem muito sobre quem os usa).

Saímos da delegacia, indignados, assustados, e resolvemos procurar apoio na Defensoria Pública de Camaçari. Na oportunidade expomos o ocorrido, com riqueza de detalhes, à promotora responsável pela investigação das atividades policiais em Camaçari, doutora Eduvirges Ribeiro Tavares, que se prontificou em redigir um ofício para obrigar o delegado a apurar os fatos. Nossa intenção era seguir na compania da mesma para a delegacia, uma vez que, por percebermos as reais intenções do delegado em questão, temíamos agravar a nossa situação ao insistir, sozinhos, para que as medidas cabíveis fossem tomadas. Diante da recusa da mesma em atender ao nosso pedido, em razão da alegação de atividades urgentes na Promotoria, decidimos não retornar à delegacia com a carta. O problema é que, em razão de estarmos vivendo um verdadeiro inferno com aquele cerco (naqueles dias, em razão da prova cabal contra a Máfia, constituída através da gravação telefônica da conversasão entre mim e Bouzas, o cerco se tornou insuportavelmente coativo), nos esquecemos de gerar provas materiais de nossa conversasão com a Doutora Tavares, o que comprovaria a prevaricação do delegado.

Tivemos a ideia de ir à delegacia e tentar registrar a queixa diante do delegado, com um gravador ligado, mais aí desistimos, em razão de o mesmo já estar a par desta nossa característica peculiar de gerar provas. Ao perceber um gravador ligado, ele poderia nos prender sob falsas alegações. Depois de alguns dias, ocorreu-nos a ideia de procurar novamente a promotora com um gravador e registar a audiência, uma vez que poderíamos demonstrar através de uma conversação sobre os fatos ocorridos no dia 11 de outubro de 2013 a conduta criminosa do delegado em questão.
Por não ter prova material nem testemunhal (pelo princípio de conflito de interesses, nem eu posso ser a testemunha de minha esposa nem ela pode ser a minha nesta questão), eu tinha quer produzí-las. E foi o que conseguimos. Esta gravação foi produzida no dia 3 de fevereiro de 2014, às 11:19 da manhã, no gabinete da promotora Eduvirges Ribeiro Tavares.

domingo, 9 de março de 2014

Denúncia do MESS Leva Ruptura dos Estados Unidos via NMDP com o Brasil

*MESS-Arquivo

Redome Emite Comunicado Referente à Cooperação com o NMDP
01/11/2012

O National Marrow Donor Program (NMDP), com o qual o REDOME possui acordo de cooperação, suspendeu temporariamente as operações que envolvem a busca de doadores brasileiros para pacientes nos Estados Unidos, até a apresentação de um plano de ação e melhorias nas operações.  
Devido ao grande número de doadores brasileiros cadastrados nos últimos anos e à abertura do REDOME para pacientes estrangeiros, os pedidos internacionais de busca de doador brasileiro aumentaram de forma significativa. 
Esta demanda excessiva e em curto espaço de tempo, provocou sobrecarga e demora nas respostas às solicitações internacionais, ocasionando a referida suspensão até a adequação dos processos.
O REDOME apresentará uma nova proposta de trabalho para melhor atender às demandas do NMDP, com prazo e cronograma já estabelecidos, no intuito de reativar a parceria em benefício de pacientes nos Estados Unidos.  
Ressaltamos que os pacientes brasileiros não serão prejudicados. A busca de doadores estrangeiros para pacientes brasileiros, via NMDP, continuará sendo realizada normalmente. 
Atenciosamente,
Luis Fernando Bouzas
Coordenador Nacional do REDOME
Diretor do CEMO
INCA – Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva 
Fonte: Ofício 005/2012 – Redome e NMDP
http://www.sbtmo.org.br/noticia.php?id=138 Acesso: 09/03/2014 17:49 PM 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Resposta do Tribunal Penal Internacional aos Esforços Denunciatórios do MESS

 *Publicado no Facebook, dia 8 de fevereiro de 2014.

Sede do Tribunal Penal Internacional, em Haia (Foto: Reuters)

 

É COM UMA FELICIDADE INENARRÁVEL QUE PUBLICAMOS ESTE TEXTO!!!!!!!!!!!!

DESDE O DIA 27 DE SETEMBRO DE 2012 TEMOS ENVIADO PARA O MUNDO, ATRAVÉS DA UNICEF, CORTE INTERNACIONAL DE JUSTIÇA, WORLD MARROW DONOR ASSOCIATION, NMDP, COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS E TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL, A NOSSA DENÚNCIA CONTRA OS CRIMES DE GENOCÍDIO E APARTHEID RACIAL COMETIDOS PELOS AGENTES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL, ATRAVÉS DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA INTITULADA MÁFIA DO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA.

A IMPRENSA BRASILEIRA, COMPOSTA POR HOMENS E MULHERES QUE, EM SUA MAIORIA, CONSTITUEM UMA VERDADEIRA HORDA DE "MERETRIZES DA INFORMAÇÃO", HIPÓCRITAS E PROSTITUÍDAS PELO E PARA O ESTADO, PREFERE ALIENAR O POVO COM ROLEZINHOS, MARGINAIZINHOS DOS POSTES E TUMINHAS (ROMEOS TUMAS) QUE, ENGORDADOS PELO PT, DISSIMULAM DENÚNCIAS "BOMBÁSTICAS" FUNDAMENTADAS EM PROVAS "TESTEMUNHAIS", CUJA TESTEMUNHA CONSISTE NELE MESMO, O TUMINHA, QUE DÁ COMO PROVA DE QUE O LULINHA ERA IMFORMANTE DO DOPS (DEPARTAMENTO DE ORDEM POLÍTICA E SOCIAL - ÓRGÃO REPRESSOR INSTITUÍDO NO BRASIL POR GETÚLIO VARGAS E UTILIZADO EM LARGA ESCALA PELA DITADURA MILITAR) A DICA: "É SÓ PROCURAR NOS ARQUIVOS DO DOPS POR UM TAL BARBA. ESTÁ LÁ!!!" OU COISAS DO TIPO: "ELE ME DISSE, A PORTAS FECHADAS!!!". UM DELEGADO, NASCIDO NUMA FAMÍLIA DE DELEGADOS QUE, EM PARCERIA COM UM JORNALISTA, NÃO CONSEGUE PRODUZIR PROVAS PALPÁVEIS PARA ARROLAR EM SUA DENÚNCIA E AINDA ACHA MERETRIZES PARA RIDICULARIZAR A HIPÓTESE DA PUBLICAÇÃO DESTAS PROVAS NUM LIVRO COM MAIS DE 500 PÁGINAS OU NAS MÍDIAS SOCIAIS (VIDE O ARTIGO DO MOURA BRASIL SOBRE A PARTICIPAÇÃO FABULOSA DO ROMEU TUMA NO PROGRAMA RODA VIVA) ENQUANTO UMA DENÚNCIA DE PESO CAPAZ DE ABALAR (AINDA MAIS) O PARTIDO, FUNDAMENTADA EM PROVAS MATERIAIS IRREFUTÁVEIS (COM UMA GRAVAÇÃO DE UMA HORA E MEIA DE UMA CONVERSA EM QUE O DENUNCIADO TENTA COMPRAR O DENUNCIANTE) É ENCOBERTA PELO SILÊNCIO DE GENTE COMO FELIPE MOURA BRASIL, RAQUEL SHEHERAZADE E REINALDO AZEVEDO...

ONTEM FOI UM DIA MUITO TRISTE PARA MIM E HERLENE. MAIS UMA VEZ, O PT TENTOU ME MATAR - ESCAPEI POR POUCO PELA MANHÃ DE UMA PROVÁVEL TENTATIVA DE ASSASSINATO E, PELA TARDE, TIVE QUE MOBILIZAR UMA FRANGA PETISTA PELAS ASAS, QUE TENTOU ME AGREDIR NA PORTA DE MINHA CASA, INCITADO POR POLÍTICOS PETISTAS LOCAIS, NO INTUITO DE FOÇAR-ME A FAZER UMA LOUCURA. TEMOS ENFRENTADO PROBLEMAS DE SAÚDE NA FAMÍLIA. COISAS TRISTES TEM ACONTECIDO.

RECEBI ESTE E-MAIL ONTEM PELA MANHÃ E SÓ O DESCOBRI HOJE, POR VOLTA DAS 19:00. QUAL A IMPORTÂNCIA DELE? APESAR DE SE TRATAR DE UM E-MAIL PRONTO INSTITUCIONAL, É O PRIMEIRO MATERIAL OFICIAL QUE RECEBEMOS DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL, ÓRGÃO RESPONSÁVEL EM INVESTIGAR E JULGAR CRIMES DE GENOCÍDIO E APARTHEID RACIAL NO MUNDO, COM SEDE NA HOLANDA. DEPOIS DE MILHARES DE DADOS ENVIADOS OFICIALMENTE POR NÓS E OUTROS MILHARES DE DADOS TROCADOS EXTRAOFICIALMENTE COM ALGUNS DE SEUS MEMBROS SENSÍVEIS À NOSSA LUTA, ATRAVÉS DE E-MAILS, TELEFONEMAS, FAX, MUITO USO DO GOOGLE TRANSLATE, IMPACIÊNCIA E ATÉ DESILUSÃO, ELES NOS ENVIAM, O-FI-CI-AL-MEN-TE, O ARQUIVO OFICIAL EM PDF PARA A DENÚNCIA. ESTAMOS MUITO FELIZES COM ISSO. É A PROVA MAIS CONCRETA DE QUE TUDO NESTE MUNDO É POSSÍVEL. MESMO COM TODA A CENSURA COVARDE COM QUE TENTAM NOS CALAR E ASSASSINAR, SEGUIMOS EM FRENTE.

OBRIGADO ÀQUELES QUE ACREDITARAM DESDE O INÍCIO NA VERDADE DE NOSSA LUTA. 

 

RE: MESS-Arquivos

De:
OTP.InformationDesk@icc-cpi.int 
Para:
ivosotn@bol.com.br 
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OTP.InformationDesk@icc-cpi.int 
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Assunto:
RE: MESS-Arquivos
Data:
10/02/2014 11:23

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Dear Sir/Madam,

Thank you for your message. Please note that the International Criminal Court has a very limited jurisdiction. The Court may only address the crimes of genocide, crimes against humanity, and war crimes as defined by Articles 6 to 8 of the Rome Statute that have occurred after 2002, and can only exercise jurisdiction in the countries that have ratified it. For more information on the Court’s jurisdiction and the full text of the Rome Statute, please refer to page 2 of the attached document and our website, www.icc-cpi.int.     We encourage you to carefully review this information.

If, after your careful review, you still believe the ICC is the correct place for your case and would like to submit a claim to the Court, then please follow the directions for how to do so on page 1 of the attached document. If you decide to submit information, kindly use only this email address : otp.informationdesk@icc-cpi.int.    

Kind regards,
OTP Information Desk
International Criminal Court



From: ivosotn@bol.com.br [mailto:ivosotn@bol.com.br]
Sent: 07 February 2014 23:19
To: OTP InformationDesk; cidhdenuncias@oas.org; webmaster@icj-cij.org
Subject: MESS-Arquivos





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