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sábado, 4 de julho de 2015

Petição Denunciatória à Procuradora-geral do Tribunal Penal Internacional, Fatou Bensouda



Fonte: petição denunciatória enviada, via e-mail, ao Tribunal Penal Internacional e Corte Internacional de Justiça, da Organização das Nações Unidas. 
Petição Denunciatória à Senhora Procuradora-geral do Tribunal Penal Internacional, Fatou Bensouda

Ivo Sotn ivosotn.sun@gmail.com

11:42 (Há 4 minutos)
para otp.informatio., webmaster
Meritíssima Senhora Procuradora-geral do Tribunal Penal Internacional, Fatou Bensouda,

Ivo Sotn (Ivonilson Santos Sousa), brasileiro, jornalista, artista plástico e ativista dos Direitos Humanos, líder do MESS (Serviço Extraoficial de Inteligência Para Investigação e Denúncia Junto ao Tribunal Penal Internacional Contra a Máfia do Transplante de Medula Óssea (http://mess-tpi.blogspot.com.br), vem, com espeque no inciso 6 do artigo 15 do Estatuto de Roma, impetrar nova petição perante esta Corte, não obstante a insistência deste Tribunal em não aceitar, ao menos, a abertura formal de um processo criminal contra Membros da Máfia do Transplante de Medula Óssea, organização criminosa chefiada por membros do Ministério da Saúde do Governo Brasileiro. Senhora Procuradora-geral, confesso que foi muito decepcionante, para mim, receber esta última notificação sobra as decisões do Gabinete do Procurador, a qual, mantive em segredo (foi com muita alegria que publicamos em nossas páginas nas mídias sociais o Protocolo Tribunal Penal Internacional-MESS: OTP-CR-55/14 de 17 de fevereiro de 2014) com o fim de atemorizar nossos perseguidores, os quais acreditam, neste momento, estarem sob uma investigação sigilosa da maior instituição penal do mundo. 

Para a nossa tristeza, além de não conseguirmos a instauração do processo neste Tribunal, fomos impedidos pela Polícia Federal e Ministério Público Federal do Brasil, a instaurar um processo a nível doméstico. Em contra partida, o Ministério Público Federal do Brasil contra-atacou, em sua peculiar característica casuístico-partidária, órgão que, em nossa constituição, têm por obrigação zelar pela defesa dos Direitos Humanos mas que, na prática, não passa de uma extensão jurídica daqueles que estão no poder, independentemente da sigla partidária.

A nova prova que anexo à nossa denúncia são dados de um documento da Justiça Federal do Brasil, a qual está movendo contra a minha pessoa um processo de exceção, uma acusação secreta, onde não sei a identidade de meu acusador e os fundamentos de sua acusação. Sei que há a possibilidade deste tribunal permanecer neutro neste caso, alegando sua neutralidade em razão do caráter pessoal do processo criminal a que estou sendo submetido, mas,rogo-lhe!, senhora procuradora, para medir este processo à luz da seguinte lógica: é um processo de exceção movido pelo Estado Brasileiro contra a única pessoa capaz de depor com propriedade sobre a maior organização criminosa já instalada no Ministério da Saúde do Brasil, cuja especialidade é tráfico internacional de tecidos humanos, o que contribuiu para a criação e manutenção de um verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças negras, índias e mestiças brasileiras portadoras de leucemia, um genocídio segregacional, nos termos dos artigos 6° e 7° do Estatuto de Roma, como foi expresso em nossa PETIÇÃO DENUNCIATÓRIA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF, EM FAVOR DAS CRIANÇAS NEGRAS BRASILEIRAS PORTADORAS DE CÂNCERES HEMATOLÓGICOS: http://sobosoldeauschwitz.blogspot.com.br/2012/10/patrocinio-para-producao-independente.html).

Eis as referências oficiais do processo do qual estou sendo vítima:
(Observação:Ivonilson Santos Souza é o meu nome de registro civil, Ivo Sotn, meu nome artístico)
Seção Judiciária da Bahia / Alterar

Consulta Processual

Partes encontradas

Nome da parte  
IVONILSON SANTOS SOUZA (1)
Número novoNúmero antigoClasseDescrição da Classe
28310-54.2014.4.01.3300-283 AÇÃO PENAL 



Processo:0028310-54.2014.4.01.3300Classe:283 - AÇÃO PENAL - PROCEDIMENTO ORDINÁRIO
Vara:17ª VARA ESPECIALIZADA CRIMINALJuiz:ANTONIO OSWALDO SCARPAData de Autuação:07/08/
2014Distribuição:3 - DISTRIBUICAO POR DEPENDENCIA - 08/08/2014
Nº de volumes:Assunto da Petição:
3395 - CALÚNIA
Observação: Localização:D-11 - AGUARDANDO AUDIÊNCIAPrincipal:



Acessado no dia 04/07/2015, às 09:40 AM.

Minha real intenção era ignorar a existência deste Tribunal, nossa denúncia, uma vez que o nosso próprio povo nos virou as costas, e seguir com nossas vidas, depois da insistência do seu gabinete em nos notificar: "analisamos a sua petição e entendemos que não há base para a instauração de um procedimento... mas, no momento que eu e minha amada Herlene começávamos a reconstruir nossas vidas, após quase dois anos de intensa perseguição e ameaças (deste o dia 08/10/2013, precisamente, quando recebemos a ligação da maior autoridade do Governo Dilma Rousseff em políticas e programas para transplante de medula óssea e chefe, em caráter sub-reptício, da maior organização criminosa de tráfico de tecidos humanos da atualidade, com atuação em todos os continentes do globo), num momento em que havíamos deposto as nossas ferramentas de denúncia, sou processado, num ato processual sigiloso, de exceção. O conteúdo da gravação da extensa conversa telefônica supramencionada pode ser ouvido neste link: https://www.youtube.com/watch?v=6EqQu6F-mp8  sob o título GRAVAÇÃO TELEFÔNICA: GOVERNO DILMA ROUSSEFF IMPLICADO NA MÁFIA DO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA.

À luz de todas estas novas e contundentes evidências, urge citar os fundamentos estatutários para a impetração desta nova petição, nos termos deste Estatuto, em detrimento da resposta infundada contida na notificação expressa do protocolo : OTP-CR-55/14/002, de 18 de setembro de 2014, o qual nos foi diretionado:
"Please understand that, given our carefully defined mandate and limited resources, where a person
 submits a succession of communications or seeks repeatedly to re-introduce the same matter, the Office is not able to continue further correspondence with that person on subsequent related communications. "

Insta frisar, por oportuno, que o Estatuto de Roma não prevê em nenhum de seus artigos a suspensão da correspondência entre o denunciante e esta Corte. Pelo contrário, a manutenção desta correspondência, por mais inócua que possa parecer, em razão do desinteresse deste Tribunal em processar criminosos fora do continente africano, tem sido de suma importância para a conservação de nossas vidas e das vidas de milhares de crianças brasileiras portadoras de leucemia e outros cânceres passíveis de tratamento com transplante de medula óssea, em razão da internacionalização desta denúncia, com petições arquivadas dentro daquela que nasceu para ser a maior instituição penal do mundo, mas que, infelizmente, figura apenas como um laboratório criminal para estudantes bobos de direito de todo o mundo, sobretudo norte-americanos e europeus, brincarem de perseguir e punir criminosos negros e miseráveis, enquanto postam bobagens no Facebook. Esta é uma grande oportunidade, senhora Procuradora-geral Bensouda, de a senhora, na condição de negra, africana e mulher, estender suas mãos às crianças descendentes de sua etnia que estão sendo torturadas, violentadas e massacradas pelo governo brasileiro. É a sua grande chance de abrir o primeiro procedimento criminal desta Corte, fora de seu continente, e acrescentar, com muita honra e dignidade, um caso de verdade à sua jurisprudência.

Eis nossos fundamentos:     

  Artigo 15, parágrafo 6. do Estatuto de Roma:
Se, depois da análise preliminar a que se referem os parágrafos 1o e 2o, o Procurador concluir que a informação apresentada não constitui fundamento suficiente para um inquérito, o Procurador informará quem a tiver apresentado de tal entendimento. Tal não impede que o Procurador examine, à luz de novos fatos ou provas, qualquer outra informação que lhe venha a ser comunicada sobre o mesmo caso.
Artigo 53, parágrafo 4.:
O Procurador poderá, a todo momento, reconsiderar a sua decisão de abrir um inquérito ou proceder criminalmente, com base em novos fatos ou novas informações.
A minha vida, a vida de minha amada esposa Herlene e mais as vidas de milhares de crianças brasileiras, negras índias e mestiças portadoras de leucemia estão nas vossas mãos!
Sincera e atenciosamente,
Ivo Sotn (Ivonilson Santos Sousa), jornalista, artista plástico e ativista dos Direitos Humanos, líder do MESS

MESS-Serviço de Inteligência Extraoficial Para Investigação e Denúncia Junto ao Tribunal Penal Internacional Contra a Máfia do Transplante de Medula Óssea

http://mess-tpi.blogspot.com.br
Camaçari, Bahia, Brasil, aos dias 4 do mês de julho do ano de 2015

P.S: Creio não ser necessário frisar que tanto eu e minha esposa Herlene correm gravíssimo risco de morte, e, por esta razão, postulamos, também, à inclusão de nossos nomes no programa da Unidade de Apoio às Vitimas e Testemunhas, nos termos do artigo 43, parágrafo 6.

 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Nota Sobre o Professor Álvaro Orlando dos Santos, Diretor da Famec

Print Screen da troca de e-mails entre Ivo Sotn e o professor Álvaro, horas após a reunião. 

Na semana passada houve um incidente desagradável aqui em Camaçari, envolvendo admiradores do MESS e do diretor da Faculdade Metropolitana de Camaçari (Famec), professor Álvaro Orlando dos Santos. O motivo para a contenda foi  a acusação dirigida por "simpatizantes" do MESS contra a postura do professor Álvaro, que teria negado autorização para que lançássemos, nas dependências da Famec, a CAMPANHA ANTES QUE ASSASSINEM O CASAL DE DENUNCIANTES DA MÁFIA DO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA, HERLENE E IVO SOTN, lançada no dia 22 de maio deste ano. De fato, no dia 16 de maio nos reunimos, eu, Herlene e o professor Álvaro, em seu escritório, na Famec, oportunidade em que ele conversou cordialmente conosco, entusiasmado com nosso trabalho na área onco-hematológica e jurídica internacional. Seu orgulho em estar frente a frente com os responsáveis pela revolução no Ministério da Saúde do Brasil na área de transplante de medula óssea era visível, uma vez que o mesmo se trata de um intelectual ativo e entusiasta de iniciativas ousadas e exequíveis.   Insta frisar que o professor Álvaro já nos atendeu em outra oportunidade, em setembro de 2012, quando acatou nosso pedido de solicitação de liberação de espaço para a guarda de materiais utilizados no stand do documentário SOB O SOL DE AUSCHWITZ. Em nossa reunião, o professor deixou bem claro, com a seriedade que lhe é habitual, que por ele a autorização já estava concedida, mas que dependia do parecer da professora Celene Maria, dona da instituição, e do restante dos membros do corpo administrativo. Esta reunião aconteceu  numa terça-feira, dia 20 de maio, e a Faculdade decidiu não entrar numa contenda com o Governo Federal. Na tarde daquele dia 20, o próprio professor Álvaro me telefonou informando, com ar notadamente consternado, que o conselho da faculdade não havia deferido a nossa autorização. Quero fazer notar às pessoas que tentaram macular sua imagem, baseadas num pretenso sentimento de defesa para conosco, que guardamos um profundo respeito e carinho pelo professor Álvaro. No final de setembro de 2012, quando o procuramos para a autorização da liberação do espaço para guarda de materiais nossos dentro da Famec, ele se mostrou prestativo e entusiasmado com nossa luta. Quando lhe falamos acerca das limitações impostas ao Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) pela Portaria N° 844 e suas implicações criminosas, de acordo com os artigos 6 e 7 do Estatuto de Roma, estatuto sobre o qual estávamos baseando a essência de nossa PETIÇÃO DENUNCIATÓRIA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF, EM FAVOR DAS CRIANÇAS NEGRAS BRASILEIRAS PORTADORAS DE CÂNCERES HEMATOLÓGICOS, ele viu e respeitou a verdade em nossos olhos e nos aconselhou cautela em nossas acusações. Foi o primeiro intelectual brasileiro a deixar bem claro, através de sua postura diante de nossas explanações acerca dos crimes cometidos pelo ministro Alexandre Padilha, que não éramos dois ingênuos pregando no deserto. Eis a verdade dos fatos (...). Não sabemos a real dimensão do mal-entendido (...).

Ao professor Álvaro, desculpas e um forte abraço.   

sábado, 24 de maio de 2014

Petição Denunciatória ao Papa Francisco


Eu e minha esposa Herlene, em ato simbólico para o nosso pedido de asilo humanitário, no dia 22 de maio, em frente a Igreja de São Thomaz de Cantuária, em Camaçari.  


Sanctæ Romanæ Ecclesiæ Cardinalem, papam Franciscus,

Querido papa Francisco,

    É em aflição e reverência que venho, por meio desta, reforçar nosso pedido de asilo humanitário à sua santidade, o qual, ao que parece, tem sido ocultado de seu conhecimento pela má-fé de uns poucos representantes da Santa Sé aqui no Brasil, clérigos, em sua maioria. Eu e minha amada esposa Herlene, que lutamos e arriscamos as nossas vidas pelas crianças portadoras de leucemia e outras enfermidades passíveis de transplante de medula óssea de nosso próprio país, da Argentina, Itália e mais 45 nações participantes do World Marrow Donor Association, como o senhor poderá constatar, através do documento que lhe envio em anexo, temos sido mantidos nas trevas da ocultação por conta de termos contraído matrimônio em desconformidade com o Código de Direito Canônico, erro sobre o qual incorremos de forma inocente, por ignorar a Lei Canônica - eu não fui batizado na fé católica, mais minha mãe, a maioria de meus irmãos, a família de minha esposa e ela própria o foram. Minha Herlene, ao longo de muitos anos, cuidou da catequese de jovens e crianças na Paróquia de Sant'ana, aqui, em Camaçari, Bahia. Jamais contrairíamos matrimônio se houvesse conhecimento de que estaríamos incorrendo num erro, uma vez que o mesmo só ocorreu perante a Igreja por que ela assim o quis. Eu não sigo nenhuma religião, mas tenho um profundo sentimento de respeito por Jesus Cristo, com sua linda história de amor e corajem e Nossa Senhora do Carmo, de quem uso um escapulário ( Hoc tibi et tuis privilegium: in hoc moriens salvabitur). Sou aquilo que os santos de todas as religiões costumam chamar de "gentio". Nunca me importei com rótulos, as vezes eu até rio, uma vez que, como sabemos, os seres humanos pouco instruídos nos segredos da vida tendem a agir assim.

Em outras palavras, eu e minha esposa, sanctum cardinalem, estamos na iminência de sermos assassinados, sem o vosso conhecimento, porque clérigos brasileiros cometeram aquilo que a legislação canônica classifica por "Vícios de Consentimento", e agora temem que seus erros cheguem ao vosso conhecimento. Estamos sendo perseguidos, coagidos e agredidos em nosso próprio país, pelas instituições de nosso próprio governo, por denunciarmos a organização criminosa intitulada Máfia do Transplante de Medula Óssea, instalada no Instituto Nacional de Câncer/Ministério da Saúde do Brasil, responsável por instituir em nosso país um verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças negras, índias e mestiças brasileiras portadoras de leucemia, em prol do monopólio sobre o tráfico internacional de células-tronco hematopoiéticas (a medula óssea), chefiada pela maior autoridade do governo Dilma Rousseff em políticas para transplante de medula óssea, o médico e empresário do ramo de transplantes Luis Fernando Bouzas, pelo ex-ministro da saúde do Brasil, Alexandre Padilha, pelo atual ministro, Arthur Chioro, e por dezenas de altos funcionários do Ministério da Saúde brasileiro. Como prova irrefutável do perigo que corremos, segue em anexo o link com a gravação da conversa telefônica entre mim e o chefe da Máfia, doutor Luis Fernando Bouzas.

 Nossa petição, enviada a diversas instituições do Vaticano e entregue ao principal responsável pelo erro em que incorremos, bispo Dom João Carlos Petrini, bispo da diocese de Camaçari e presidente da Comissão Episcopal Pastoral Para a Vida e a Família da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), está sendo mantida longe de vossos olhos por conta de um erro cometido por um dos mais importantes representante da Santa Sé em nosso país.    

Há cerca de trinta dias, querido papa, comecei a pesquisar as razões para o Estado do Vaticano demorar tanto na resposta de um pedido desta magnitude, feito por dois membros da comunidade vaticana internacional (sabemos que todos os registros de batismos e casamentos realizados perante a Santa Igreja Católica Apostólica Romana ao redor do mundo figuram nos registros do Estado do Vaticano, o que faz de cada indivíduo que tenha recebido qualquer dos sacramentos um candidato mais apto a postular perante o Estado Vaticano) alicerçado numa gravação telefônica de cerca de uma hora e meia entre um dos denunciantes e a maior autoridade do governo Dilma Rousseff em políticas para transplante de medula óssea, o doutor Luis Fernando Bouzas, e o próprio ministro da saúde à época, Alexandre Padilha. Percebi, nas entrelinhas das conversas que tivemos com dom Petrini e a maior parte dos clérigos para quem levamos o nosso pedido, que havia um desconforto envolto em tensão e mistério. Instintivamente, comecei a pesquisar sobre as determinações do Código Canônico para o matrimônio, uma vez que nos recordamos que a possibilidade de nosso casamento não ser realizado perante a Igreja esteve em evidência durante meses, por conta de eu não ter recebido o sacramento do batismo. Como o Código Canônico nunca foi um interesse primário em minha predileção por estudo das leis e em razão da falta de tempo, entregamos ao padre Otoniel Maya, homem de conduta ilibada e representante digno de ser chamado padre em nossa comunidade, em razão de sua fé e obras, nossos dados e esperamos do bispo a resposta, que foi POSITIVA: poderíamos, sim, casar perante a Igreja, mesmo eu sendo um "gentio", o que constituiu, para a maioria da comunidade católica camaçariense conservadora uma ofensa, por parte da Santa Igreja e de minha amada esposa Herlene, que "conspurcava" sua história de obras e devoção junto à comunidade casando-se com um "gentio", o que tornou, a meus olhos, a contração do matrimônio em algo muito interessante, uma vez que adoro quebrar paradigmas arcaicos. Mesmo assim, jamais teria me casado sabendo que a ação seria nula perante a Igreja, uma vez que eu tinha profundo conhecimento do amor e respeito que minha Herlene tem por Cristo. Assim, no dia 15 de dezembro de 2012, casamos na Igreja e na esfera cível. 

Para a comprovação de nossas suspeitas, ao estudar sobre a legislação canônica vigente, descobrimos, para a nossa tristeza, que nosso casamento, rico em provas de respeito e amor mútuo e ao próximo, é nulo perante a Santa Igreja Católica Apostólica Romana e que, consequentemente, perante o Estado do Vaticano. A nulidade de nosso casamento está prevista no cânone N° 1086, que dispõe sobre a DIVERSIDADE DE CULTO. Diz o mencionado artigo:

 Cânone. 1086-Impedimento por Diversidade de Culto - torna-se inválido o matrimônio celebrado entre uma pessoa batizada na Igreja Católica e outra que não seja batizada. Não se confunda com “matrimônios mistos”em que os cônjuges são batizados, mas somente um deles é membro da Igreja Católica. No caso de diversidade de culto é necessário a dispensa do impedimento para a validade do matrimônio, e no caso de “matrimônios mistos”, é suficiente a licença para a celebração dada pelo Ordinário local.

Insta frisar, por oportuno, querido papa, que jamais receberia o sacramento do batismo em uma religião sem estar com o coração aberto para tal. Sou um homem profundamente sincero e, ao me ajoelhar diante da Igreja para receber o sacramento do matrimônio, arrepiei-me, por que ajoelhou-se comigo uma princesa de contos de fada, com coração e espírito de guerreira. Foi o momento mais lindo de minha vida.

Ao assumir este tipo de conduta, dom Petrini parece estar colocando em prática suas habilidades com a política, uma vez que o mesmo é formado em Ciências Políticas e já lecionou matérias correlatas na Universidade Católica de Salvador, Bahia. O gosto por política leva as pessoas a querer poder. Não achamos o poder conquistado através do trabalho como algo ruim e sei que dom Petrini leva uma vida de labor. O problema que entra aqui é: até onde este gosto por poder pode estar interferindo negativamente em nosso pedido de asilo humanitário? Será que o bispo nos casou apenas com a intenção de mostrar gráficos comprobatórios do crescimento da comunidade católica em sua diocese para o Vaticano? É uma pergunta que tem nos assaltado.  

No dia 31 de janeiro deste ano de 2014 eu e minha esposa Herlene nos reunimos com dom Petrini na Cúria Diocesana, entre as 16:00 e 17:00  horas. Ao longo deste tempo, expomos, com riqueza de detalhes, cada um dos pontos mais relevantes da perseguição orquestrada pelo Partido dos Trabalhadores/Governo Federal contra mim e minha esposa, com dados comprobatórios de tentativas de homicídio. O bispo chegou a ouvir, com muito interesse, cerca de 20 minutos da gravação que circula na internet sob o título: "Gravação Telefônica: Governo Dilma Rousseff Implicado na Máfia do Transplante de Medula Óssea". Após a conversa, sua conclusão soou no mínimo estranha. Ele disse: o máximo que eu posso fazer é encaminhar a petição de vocês, mas não acredito que vocês corram risco, se eles quisessem agir, já lhes teriam feito mal. Ressaltamos que estávamos impedidos de trabalhar por conta daquela perseguição e que corríamos sim grandes riscos, uma vez que nossa denúncia tinha provas documentais e circunstanciais contra a maior autoridade do governo em transplantes de medula óssea, contra o ministro da saúde e contra uma série de altos funcionários do governo. Ele completou: Estou indo a Brasília a trabalho e posso expor o material de vocês à Comissão de Bioética da CNBB, além de encaminhá-la ao Vaticano. Aceitamos e nos despedimos. No dia seguinte, entregamos a sua secretaria nossa petição e cerca de 20 páginas impressas de reportagens sobre nossa luta, além de um CD com a gravação de 1 hora, 27 minutos e 36 segundos da conversa entre mim e o doutor Luis Fernando Bouzas, chefe da Máfia do Transplante de Medula Óssea.  

Agora, diante destas circunstâncias desagradáveis, sanctum cardinalem, só nos resta tentar furar o bloqueio que nossa correspondência tem enfrentado, por conta da "censura" exercida por funcionários papais a um pedido feito por um casal imperfeito perante o Direito Canônico, formado por uma cristã e um gentio, bloqueio exercido por burocratas da administração papal e clérigos brasileiros, como o padre Paulo Ricardo ( https://padrepauloricardo.org), um dos maiores formadores de opinião no mundo católico, com mais de 440 mil seguidores no Facebook, para quem já mandamos, insistentemente, documentos que comprovam a dimensão de nossa denúncia e gravidade de nossa situação, tendo recebido como resposta apenas a mensagem que segue, após uma carta mais dura de nossa parte, como pode ser constatado através das fotografias que vos envio em anexo.

Um dos trechos de minha carta ao padre Paulo Ricardo diz:

"Não entendemos a matemática de vocês, caro padre: vocês vociferam contra o aborto e se calam contra um massacre lento e doloroso de crianças portadoras de câncer. Vocês inverteram os valores da vida diante de um povo bestializado. Não sou a favor do aborto, mas, juridicamente, o assassinato de uma criança viva é muito mais grave que a remoção de um feto: de acordo com o Código Penal Brasileiro, praticar ou participar de um aborto como cúmplice, nos termos do artigo 126, a pena é de 1 a 4 anos de prisão. Já matar ou participar como cúmplice (OMISSÃO inclusa) do assassinato de uma criança, nos termos do artigo 121, a pena é de 12 a 30 anos. Onde está a lógica, a religiosidade e a ética diante de semelhante conduta?"

Tenho profundo conhecimento que a maioria dos membros da Igreja Católica não comungam destas atitudes e nos apoiaria em nossa luta, querido Francisco, se estes senhores supracitados resolvessem fazer aquilo que mandam as leis dos homens e as leis de Deus: denunciar ações atentatórias à VIDA. Tudo o que nos resta é esperar que os bons anjos de Deus façam chegar esta carta em suas mãos, uma vez que os perigos que corremos só têm aumentado, na medida que alastramos a nossa denúncia. No dia 17 de fevereiro de 2014 conseguimos registrar nossa denúncia no Tribunal Penal Internacional, na Holanda, por meio do Protocolo Tribunal Penal Internacional - MESS: OTP-CR-55/14. Também conseguimos o registro da mesma na Corte Internacional de Justiça. É uma anormalidade gritante, sanctum cardinalem, o fato de termos conseguido mover as engrenagens jurídicas das duas maiores instâncias da justiça internacional e não termos conseguido protocolar a nossa denúncia em nosso próprio país nem ter recebido uma resposta, ainda que negativa, do Estado do Vaticano ao nosso pedido de asilo humanitário.

        Estamos disposto a fazer ruir mais esta barreira, santo cardeal. O Tribunal Penal Internacional, de acordo com o disposto no artigo 50 do Estatuto de Roma, só aceita denúncias em um dos idiomas oficiais do Tribunal, que são o árabe, o chinês, o espanhol, o francês, o inglês e o russo. Ao longo de nossa luta, enviamos milhares de caracteres em língua portuguesa, uma vez que nossa denúncia, por estar presa nas complexidades do Direito Penal Internacional e Imunogenética, é de dificílima compreensão. Não falamos nenhuma das línguas oficiais do Tribunal e, por esta razão, não poderíamos enviar esta denúncia através de uma tradução que não fosse perfeita. Como nunca tivemos dinheiro disponível para pagar um bom tradutor, resolvemos fazer com que o Tribunal aceitasse o português de forma excepcional. Todos da Unidade de Informação e Evidência do Gabinete do Procurador já estavam cansados de nos enviar cartas explicando que o português não figurava entre as línguas oficiais para a denúncia e nós, simplesmente, ignorávamos este detalhe e enviávamos mais material. Acabamos vencendo-os pelo cansaço: no dia 17 de fevereiro de 2014 recebemos a carta assinada pelo chefe da Unidade, Mark P. Dillon, confirmando que nossa denúncia passava a figurar nos registros daquela instituição. Foi a primeira vez que uma "instituição" brasileira conseguiu algo daquela magnitude.  

   Vamos continuar, sanctum cardinalem. Enquanto vida tivermos, lutaremos. Apesar de meu casamento estar anulado perante a Santa Igreja, sei que não o está aos olhos de Deus. Eu e minha esposa levantamos nossas vozes para frear um Genocídio, uma matança de inocentes mais extensa e cruel que a promovida pelo rei Herodes, quando quis destruir aquele que seria o Cordeiro de Deus. Temos conhecimento pleno de que esta matança, apesar de ter diminuído, por conta de nossa denúncia à comunidade internacional, não terminou nem vai terminar tão cedo. Continuaremos gritando. Já perdemos a maioria de nossos amigos e familiares, por não entenderem que calar-nos diante de uma matança como está, mesmo com todos os riscos, constituiria uma morte maior para mim e minha amada esposa. Contamos a sorte de termos ao nosso lado as energias positivas dos amigos e familiares verdadeiros, que sempre permanecem quando a tempestade aponta no horizonte. Tenho a sorte de ter ao meu lado a minha guerreira. Estamos sendo atacados por membros da comunidade católica em nossa cidade e Estado, por conta de estarmos insistindo com nosso pedido de asilo humanitário perante o Estado do Vaticano mesmo após termo descobertos que a insistência geraria uma crise na Igreja, por conta da conduta de dom Petrini. Continuaremos insistindo, baseados no que disse o próprio Cristo a respeito da defesa das crianças:

 " Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque de tais é o reino de Deus".

    Se o próprio Jesus Cristo disse que o reino de Deus pertence às crianças, não consigo acreditar que a proteção da conduta de quaisquer dos servos de Deus esteja acima da proteção de tantas vidas infantis, uma vez que as maiores vítimas da leucemia constituem crianças da faixa etária entre 2 e 5 anos de idade, correspondendo, de acordo com dados da World Health Organization, a 35% dos cânceres infantis. Se, para proteger estas vidas indefesas, santo cardeal, tivermos que comprar uma briga com a comunidade católica brasileira, compraremos, uma vez que sabemos que se calar diante de uma massacre de inocentes não figura entre os cânones da Santa Igreja Romana nem nos cânones de nenhuma Igreja no mundo.

Reforço mais uma vez um sentimento que me acomete neste momento: que os anjos de Deus possam levar e entregar esta petição em suas mãos.

Sincera e atenciosamente, 

Ivo Sotn - MESS (Movimento Evelyn Sousa da Silva).

P.S.: link da gravação telefônica: https://www.youtube.com/watch?v=6EqQu6F-mp8


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data:
 24 de maio de 2014 18:58
assunto:
 Petição Denunciatória ao Papa Francisco
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Breve Carta a Felipe Moura Brasil, jornalista da Revista Veja e Assistente da Tenda de Pai Olavo de Carvalho



Fonte: https://www.facebook.com/felipe.m.brasil/posts/10152295129001874?comment_id=33097269&offset=0&total_comments=29&ref=notif&notif_t=share_reply


Caro Felipe,

Desculpa a sinceridade, mas gostaria de lhe falar com franqueza, uma vez que estamos na iminência de sermos assassinado para não manchar com a nossa denúncia a imagem do partido que você, a Rachel Sheherazade e o Reinaldo Azevedo dizem combater, apesar do envio de uma denúncia tão séria como esta contra membros deste governo corrupto, alicerçada numa gravação de quase uma hora e meia, através da qual a maior autoridade do governo Dilma Rousseff em políticas para transplante de medula óssea tenta nos comprar. Você, a Rachel e o Reinaldo nos traíram. Não dispomos mais de computador para escrever-te uma carta formosa, uma vez que os hakers do partido foderam nosso bom e velho notebook e não temos mais como trabalhar para consertá-lo ou comprar outro, por conta da perseguição do PT/Governo Federal.

" Por isso, resolvemos te mandar este texto inconcluso, que segue: Eis aí uma das razões de nossa denúncia contra este Genocídio estar escondida do conhecimento da sociedade brasileira, mesmo com todas as vitórias do MESS contra a instituição e manutenção de um verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças carentes brasileiras negras, índias e mestiças portadoras de leucemia: não temos neste país um único veículo de comunicação que não coma em Brasília. O menino das fotos abaixo é o Felipe Moura Brasil, jornalista da revista Veja e assistente na tenda de astrologia de pai Olavo de Carvalho, além de animador da torcida dos intelectuais que seguem um delegado aposentado que é filho de delegado, irmão de delegado, que "nasceu" os dentes nos corredores de delegacias e os está perdendo em contato constante com delegados: Romeu Tuma Júnior, o delegado petista que escreve livros anti-petistas carentes de provas para manter os tolos em fantasias e distraídos para as coisas realmente importantes. Uma das bombas do Tuma, que levou o Felipe a um orgasmo intelectual no sofá, enquanto assistia ao programa Roda Viva: "O Lula era informante do DOPS!. Pode procurar lá nos arquivos por um tal Barba!!!" Ele diz saber ensinar o mínimo que vocês precisam saber para não ser um idiota, através da filosofia de pai Olavo, cuja capacidade de filosofar é inegável. O Felipe sabe ensinar o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, mas não sabe o que ele mesmo precisa saber: INDEPENDENTEMENTE de você ser jornalista, Felipe, a LEI te OBRIGA a denunciar ações atentatórias à VIDA. Os dois elementos que constituem a CAUSALIDADE de um CRIME se chamam: ação e OMISSÃO. Ao se manifestar a respeito de que "fico atrás de você para dar vazão à minha denúncia", você se tornou, JURIDICAMENTE, partícipe de um crime. Diz nosso Código Penal a respeito de sua vergonhosa conduta:

Artigo 13. O resultado, de que depende a existência do crime, somente é imputável a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ação ou OMISSÃO sem a qual o resultado não teria ocorrido.

   Esperávamos tudo de você, Felipe, menos uma resposta tão estúpida. Eu só estava sendo educado com você, quando pedi por favor. Se não morrermos, vítimas dos assassinos que ajudam a pagar o salário do Felipe, para ele brincar de jornalista e amputar a sua EXTRAORDINÁRIA capacidade para digerir as complexidades sociais e regurgitar textos dignos dos grandes filósofos, escrevendo sobre coisas secundárias e até terciárias, através da repressão e castração de sua alma criadora, escreveremos um livro intitulado:
O MÍNIMO QUE VOCÊ PRECISAR SABER PARA NÃO SER UM IDIOTA CASTRADO com 615 páginas em branco e apenas uma com a seguinte escritura:

"NÃO DÊ CRÉDITO AO QUE FALA O FELIPE MOURA BRASIL."

Sincera e atenciosamente,

Ivo Sotn - MESS.

P.S.: Nunca é tarde lhe enviar pela enésima vez o link contendo a gravação da longa conversa contra o governo e a Máfia do Transplante de Medula Óssea:
https://www.youtube.com/watch?v=6EqQu6F-mp8

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O incentivo pela doação de medula óssea será tema de documentário em Camaçari



Acesso: 14/05/2014   Fonte:https://camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=186515









 
ARTE E CULTURA
Segunda-feira, 01 de Outubro de 2012

O incentivo pela doação de medula óssea será tema de documentário produzido em Camaçari

Maryane Meira/CN1

Doação de medula óssea e a violação de diretos humanos no Brasil serão questões tratadas em um vídeo documentário que será produzido pelo jovem escritor Ivonilson Santos Souza em Camaçari. O objetivo do documentário é incentivar a doação e o transplante de medula óssea além de contribuir para implantação do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e Brasilcord na cidade.
Segundo Ivonilson, sua trajetória de luta para salvar sua sobrinha de um câncer, bem como, seu sonho interrompido de estudar na Alemanha será um dos pontos abordado no vídeo que terá em média 90 minutos de duração. “O documentário será montado através das entrevistas realizado com juristas, psicólogo, e o meu depoimento sobre toda a minha história de luta e resistência”, ressalta.
De acordo com o jovem, o filme que tem como tema ‘Sob o Sol de Auschwitz’ é o primeiro documentário sobre doação de medula óssea produzido no Brasil. “O filme leva esse título por está associado a episódio de tortura que sofri após realizar seqüestro e chamar a atenção do Estado por um tratamento especializado em um hospital em  São Paulo para minha sobrinha”, frisa Ivanilson.
A previsão para o lançamento do filme é em janeiro de 2013. Interessados em contribuir com a produção independente, entrar em contato através do e-mail: ivosotn@bol.com.br ou dos telefones: (71) 8274-6741 ou 9142-9349.
Para maiores informações acesse:http://www.sobosoldeauschwitz.blogspot.com.br

sábado, 12 de abril de 2014

Conversa com Promotora Comprova Corrupção do Delegado de Camaçari

QUANDO A CORRUPÇÃO TOMA TODAS AS INSTITUIÇÕES, É PRECISO CRIATIVIDADE PARA BURLAR O CERCO DOS CORRUPTOS.

*A GRAVAÇÃO COMEÇA A PARTIR DE 1 MINUTO E 15 SEGUNDOS.

ESTA É PARA VOCÊS QUE ACREDITAVAM QUE SERÍAMOS PRESOS POR CALUNIA POR DENUNCIAR A CONDUTA DO DELEGADO SEM PROVAS. NOSSO TRABALHO TEM A DIMENSÃO QUE TEM POR NOS PAUTARMOS SEMPRE NA EXEQUIBILIDADE DA ACUSAÇÃO PERANTE A MATERIALIDADE DOS FATOS. MESMO QUANDO COMETEMOS O EQUÍVOCO DE ACUSAR SEM PROVAS (O ÚNICO EM TODA A NOSSA HISTÓRIA) PENSAMOS, CORRIGIMOS O ERRO E, APÓS MUITO TRABALHO, RECONSTRUIMOS A ACUSAÇÃO, SOB A INFALIBILIDADE DOS FATOS.

https://www.youtube.com/watch?v=qZqIoSCMC70

No dia 10 de outubro de 2013, dois dias após termos recebido o telefonema do Doutor Luis Fernando Bouzas, maior autoridade do Governo Dilma Rousseff para políticas de transplante de medula óssea e chefe da Máfia do Transplante de Medula Óssea, sofremos uma perseguição implacável de indivíduos manipulados pelo PT/Governo Federal para impedir que publicássemos o conteúdo da gravação na internet, de alguma lan house, uma vez que nosso sinal de internet havia sido criminosamente bloqueado. Desesperados, eu e Herlene partimos para denunciar ao doutor Bruno Ferreira de Oliveira, delegado titular na 18 Circunscrição Policial a coação covarde que estávamos sofrendo na área sob sua jurisdição.

Após ouvir uma breve discrição dos fatos e cerca de 5 minutos da gravação telefônica da conversa entre mim e o doutor Bouzas, o delegado se levantou, numa atitude a que tentou imprimir gravidade, mas que evidenciou, na verdade, sua inaptidão teatral, e nos pediu para sair de sua sala, pois aquele crime era da competência da Polícia Federal. Com uma visão lúcida dos fatos, evidenciei que tínhamos conhecimento de que aquele crime era um crime federal, mas que a coação a que estávamos submetidos era uma coação no âmbito municipal, por isso passível de investigação e combate por parte de sua delegacia. O delegado insistiu que saíssemos. Solicitei a ele uma viatura para, pelo menos, nos levar com segurança ao Departamento da Polícia Federal, em Salvador, uma vez que lhe comunicamos que a perseguição de indivíduos suspeitos havia se estendido até as imediações de sua delegacia. Ele disse que não tinha carro disponível e nos pediu para sair, asperamente.

Na oportunidade, não gravei esta conversação com o delegado porque jamais imaginaríamos uma atitude daquela. Na verdade, pensamos que o delegado, ao se ver diante da possibilidade de tomar a frente (mesmo no âmbito municipal) de uma investigação que seria o "cavalo branco" que arrastaria sua reputação ao âmbito nacional e internacional, agarraria com as duas mãos esta denúncia. Esquecemos das vantagens que o abafamento de um caso desses, envolvendo agentes do Governo Federal e do PT, podem reder... O delegado Bruno Ferreira de Oliveira, preferiu a prevaricação (no melhor dos eufemismos), em nome dos benefícios que poderiam advir aos seus esforços em não macular a imagem do PT/Governo Federal à sua reputação e vaidade profissional (vide o look que o indivíduo em questão escolheu para se apresentar ao prefeito em sua primeira reunião oficial, no link: http://www.camacari.ba.gov.br/detalhe_noticia.php?cod_noticia=15251 Óculos escuros num ambiente fechado dizem muito sobre quem os usa).

Saímos da delegacia, indignados, assustados, e resolvemos procurar apoio na Defensoria Pública de Camaçari. Na oportunidade expomos o ocorrido, com riqueza de detalhes, à promotora responsável pela investigação das atividades policiais em Camaçari, doutora Eduvirges Ribeiro Tavares, que se prontificou em redigir um ofício para obrigar o delegado a apurar os fatos. Nossa intenção era seguir na compania da mesma para a delegacia, uma vez que, por percebermos as reais intenções do delegado em questão, temíamos agravar a nossa situação ao insistir, sozinhos, para que as medidas cabíveis fossem tomadas. Diante da recusa da mesma em atender ao nosso pedido, em razão da alegação de atividades urgentes na Promotoria, decidimos não retornar à delegacia com a carta. O problema é que, em razão de estarmos vivendo um verdadeiro inferno com aquele cerco (naqueles dias, em razão da prova cabal contra a Máfia, constituída através da gravação telefônica da conversasão entre mim e Bouzas, o cerco se tornou insuportavelmente coativo), nos esquecemos de gerar provas materiais de nossa conversasão com a Doutora Tavares, o que comprovaria a prevaricação do delegado.

Tivemos a ideia de ir à delegacia e tentar registrar a queixa diante do delegado, com um gravador ligado, mais aí desistimos, em razão de o mesmo já estar a par desta nossa característica peculiar de gerar provas. Ao perceber um gravador ligado, ele poderia nos prender sob falsas alegações. Depois de alguns dias, ocorreu-nos a ideia de procurar novamente a promotora com um gravador e registar a audiência, uma vez que poderíamos demonstrar através de uma conversação sobre os fatos ocorridos no dia 11 de outubro de 2013 a conduta criminosa do delegado em questão.
Por não ter prova material nem testemunhal (pelo princípio de conflito de interesses, nem eu posso ser a testemunha de minha esposa nem ela pode ser a minha nesta questão), eu tinha quer produzí-las. E foi o que conseguimos. Esta gravação foi produzida no dia 3 de fevereiro de 2014, às 11:19 da manhã, no gabinete da promotora Eduvirges Ribeiro Tavares.